segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Dr. José Luiz Correia Neto se destaca no atendimento e inovação na odontologia

Promover a saúde bucal e melhorar a qualidade de vida, essa é a missão do dentista Dr  José Luiz . O profissional utiliza técnicas modernas, atendimento personalizado e com qualidade profissional. O dentista se especializou e atende com excelência o público  com  muita dedicação e carinho  . O Dr. José Luiz  dispõe de serviços de próteses, aparelhos ortodônticos, clareamento dental, cirurgia, canal estética e prevenção odontológica. Tenha um sorriso bonito e saudável com condições especiais para toda região. José Luiz  atende no consultório enfrente  na galeria Topázio numero 40.Neste mês de Dezembro esta com uma super promoção  para os 100 primeiros  clientes então você não pode ficar de fora.



Por Vanderlei Silva

domingo, 2 de dezembro de 2018

Vendedor de Água morre após acidente fatal na PE-075

Na manhã deste sábado (01), na PE-075 entre Serrinha/ Itambé na Mata Norte de Pernambuco, uma colisão frontal envolvendo caminhão F-4000 e um treminhão canavieiro da Usina Olho D'Água, resultou na morte de uma pessoa e deixou um ferido.

De acordo com informações apuradas no local, sugerem que a colisão teria acontecido por conta de uma ultrapassagem mal sucedida que estava sendo realizada pelo caminhão F4000. A Polícia investiga os fatos.


A vítima da F4000, ficou presa nas ferragens e acabou vindo a óbito ainda no local. "Nilton da Água" como era conhecido, trabalhava vendendo aguá potável nas cidades vizinhas, mas residia no Sítio Bela Rosa em Pedras de Fogo-PB. A vítima que conduzia o treminhão, teve ferimentos leves

domingo, 25 de novembro de 2018

Jovem relata sofrer preconceito por vender picolé nas ruas da cidade onde mora, na Paraíba

Jovem relata sofrer preconceito por vender picolé nas ruas da cidade de Bananeiras, no Agreste da Paraíba — Foto: Reprodução/Instagram

“Olha o picolé da Lú”. É assim que a adolescente Lucyanna Silva, de 17 anos, vende picolé nas ruas da cidade de Bananeiras, no Agreste da Paraíba. A estudante começou o trabalho há três anos, quando o tio dela, que sustentava a família, morreu. Mas mesmo acostumada a sair todos os dias empurrando o carrinho de picolé nas ruas, em um desabafo em uma rede social a jovem relatou o preconceito que sofre por ser mulher e fazer esse trabalho para ajudar a família.
“Faz 3 anos que vendo picolé e ainda tem gente que fica espantado quando falo sobre isso. É como se uma menina de 17 anos que sai no sol quente para ganhar seu próprio dinheiro, fosse coisa de outro mundo", publicou.
"Eu já passei por muitas coisas nesse tempo, quantas e quantas piadinhas desrespeitosas que chega dá pena do ser humano, quantos dedos apontados pra mim como se o que ‘tivesse’ fazendo fosse errado, quantas risadinhas de meninas que querem ser o que não é, não é fácil. Já ouvi muitos pais falando que a filha ou a vizinha tinha vergonha de trabalhar, vergonha de vender algo, que me olhavam e diziam: ‘quanta coragem’ ou ‘Deus me livre’”, desabafou a jovem em seu perfil do Instagram.
Ao G1, a jovem contou que, quando o tio morreu, ele morava com a família dela e ajudava a sustentar ela e os irmãos. “Quando meu tio morreu, aqui em casa ficou uma situação muito difícil, porque minha mãe não trabalha e meu pai é ajudante de pedreiro e nem sempre tem um trabalho pra ele, então aqui em casa não tem uma renda”, disse Lucyanna.
A adolescente relatou que, após a morte do tio, o irmão mais velho dela conseguiu o carrinho de picolé para seu irmão mais novo, de 16 anos, vender pelas ruas da cidade. “Ele começou vender os picolés pela manhã e estudava à tarde, mas depois ele não quis mais vender e então eu vi nisso a oportunidade de ajudar em casa, mesmo ganhando pouco eu poderia comprar minhas coisas e diminuir as contas pra minha mãe”.
“Eu tinha 14 anos quando falei pra minha mãe que ia vender os picolés, ela olhou pra mim e perguntou se eu tinha coragem, eu falei que tinha e comecei a vender nas ruas”, disse Lucyanna Silva, de 17 anos.
No início, a adolescente vendia os picolés com a ajuda de uma prima dela. “Minha prima andava com uma bolsinha pra passar o troco, porque eu era muito nova e era a primeira vez que lidava com dinheiro, então eu ia só empurrando o carrinho e gritando ‘olha o picolé’”, contou.
Ano passado, a prima de Lucyanna parou de vender os picolés junto com ela. Mas a adolescente decidiu continuar sozinha com o trabalho pelas ruas da cidade. “Até hoje eu vendo picolé e ainda não consigo ganhar tanto pra ajudar aqui em casa com as coisas, mas pelo menos as minhas coisas eu compro e às vezes ajudo em casa com alguma coisa que precisa”, afirmou.
Jovem paraibana vende picolé nas ruas da cidade de Bananeiras há três anos, no Agreste da Paraíba — Foto: Arquivo Pessoal/Lucyanna SilvaJovem paraibana vende picolé nas ruas da cidade de Bananeiras há três anos, no Agreste da Paraíba — Foto: Arquivo Pessoal/Lucyanna Silva
Jovem paraibana vende picolé nas ruas da cidade de Bananeiras há três anos, no Agreste da Paraíba — Foto: Arquivo Pessoal/Lucyanna Silva
“Eu já passei por muita coisa, principalmente por ‘piadinhas’ de homens. Um dia voltei quase chorando pra casa porque um grupo de meninos com mais condições do que eu ficou ‘debochando’ do meu trabalho, mas eu respirei fundo e fui em frente”, lamentou.
Apesar do preconceito que sofre por vender picolé nas ruas, Lucyanna disse que recebe muitos elogios pelo trabalho. “Algumas pessoas elogiam o meu trabalho e ainda me dão conselhos sobre a vida, então pra mim é isso que importa, é o que me faz continuar”, revelou a adolescente.
“Meninas e até meninos todo trabalho é digno, e nada na sua vida cai do céu, vocês não precisam trabalhar só se tiver passando necessidade, até porque eu não passo, mas resolvi sair da asa dos meus pais para poder ter dinheiro e comprar minhas próprias coisas. Nunca deixem de fazer algo por vergonha, por medo do que vão pensar, medo se o ‘boy’ não vai querer mais, medo se os amigos vão se afastar, se caso isso acontecer é porque nenhum merecia vocês ao lado deles, sei que esse é o medo”, diz outro trecho do desabafo da jovem no Instagram.
Sobre o desabafo em uma rede social, Lucyanna disse que o relato foi para tentar mostrar as pessoas que elas não devem desistir do que fazem por vergonha ou preconceito.
“As coisas na vida são muito difíceis, principalmente questão de dinheiro, e tem muita gente que se acomoda, decide não trabalhar pra viver às custas dos pais ou de qualquer outra coisa, então o desabafo foi a forma que eu encontrei de dizer que a gente não precisa ter vergonha dos trabalhos mais simples da vida”, concluiu.

Pedido de casamento e comemoração de lua de mel marcam corrida em Fernando de Noronha






Marcos pediu Pâmela em casamento ao final da corrida  — Foto: Ana Clara Marinho/TV GloboMarcos pediu Pâmela em casamento ao final da corrida  — Foto: Ana Clara Marinho/TV Globo
Marcos pediu Pâmela em casamento ao final da corrida — Foto: Ana Clara Marinho/TV Globo
Um pedido de casamento e a comemoração lua de mel marcaram, neste sábado (24), a corrida 21k em Fernanando de Noronha. A prova, que contou com 600 participantes, teve uma largada extra e muita emoção.
Marcos Ferreira Gama, do Rio de Janeiro, participou da prova e na linha de chegada fez uma surpresa para Pâmela Borges, que esperava o fim da disputa. Marcos sacou um par de alianças a pediu a noiva em casamento.
“Ela é o amor da minha vida, Pâmela me dá fôlego para eu correr, me incentiva todos os dias”, disse Marcos. “Foi uma surpresa, estou ainda tremendo. A resposta é sim”, afirmou a noiva que aceitou o pedido.
Godofredo e Luana estão em lua de mel e participaram da 21k Noronha  — Foto: Ana Clara Marinho/TV GloboGodofredo e Luana estão em lua de mel e participaram da 21k Noronha  — Foto: Ana Clara Marinho/TV Globo
Godofredo e Luana estão em lua de mel e participaram da 21k Noronha — Foto: Ana Clara Marinho/TV Globo
Outro casal aproveitou a corrida para fazer uma celebração. Luana Diogo Liberato e Godofredo Alves Duarte Júnior casaram na sexta-feira (23), no Maranhão, e escolheram passar a lua de mel correndo a 21k Noronha.
“A gente ama correr e se ama. Por isso, estamos aqui para fazer essa prova. A corrida vai dar ainda mais energia para a lua de mel”, contou Godofredo.
Luana também é apaixonada por corrida. “A gente marcou primeiro a corrida e depois o casamento. Nós estamos comemorando em Fernando de Noronha fazendo que a gente mais gosta, correr”, disse.

Prova

Filipe Aragão correu a 21k Noronha pela primeira vez e venceu a prova — Foto: Ana Clara Marinho/TV GloboFilipe Aragão correu a 21k Noronha pela primeira vez e venceu a prova — Foto: Ana Clara Marinho/TV Globo
Filipe Aragão correu a 21k Noronha pela primeira vez e venceu a prova — Foto: Ana Clara Marinho/TV Globo
O atleta do Distrito Federal Filipe Albuquerque Aragão foi o primeiro lugar a corrida 21k Noronha. Ele disse que teve que superar dificuldades e contou que passou mal antes da disputa.
“Tive problema de saúde a noite inteira, depois de comer alguma coisa que me fez mal. Pela manhã tentei comer bem, me hidratar e consegui correr bem. Estou muito feliz”, comemorou o campeão.
Entre as mulheres, a vencedora foi Jaciane Barbosa de Jesus, de São Paulo. O resultado final de todas as categorias será divulgado na festa de premiação, na noite deste sábado.
Jaciane de Jesus foi a vencedora entra as mulheres — Foto: Ana Clara Marinho/TV GloboJaciane de Jesus foi a vencedora entra as mulheres — Foto: Ana Clara Marinho/TV Globo
Jaciane de Jesus foi a vencedora entra as mulheres — Foto: Ana Clara Marinho/TV Globo
O percurso não era dos mais fáceis. Os concorrentes percorreram a BR-363, praias como Leão, Cacimba do Padre, Conceição e trilhas. Além dos 21 quilômetros, os atletas tinham a opções de fazer uma prova mais curta, com 8 quilômetros.
A prova teve uma largada extra. Um grupo de 50 pessoas não conseguiu chegar à ilha na sexta-feira (23), porque o avião não pousou por causa da chuva.
A aeronave só pousou em Fernando de Noronha perto das 8h deste sábado, após a largada oficial. Por isso, os atletas tiveram a chance de fazer uma corrida especial.
Os atletas agradecem o percurso — Foto: Ana Clara Marinho/TV GloboOs atletas agradecem o percurso — Foto: Ana Clara Marinho/TV Globo
Os atletas agradecem o percurso — Foto: Ana Clara Marinho/TV Globo
Do Complexo da Maré para Noronha
A jornalista da Rede Globo, Carol Barcellos, participou da prova para acompanhar Sara Pereira, do projeto social Destemidas, do Complexo da Maré, do Rio de Janeiro, as duas correram os 21 quilômetros. Joyce Bernier é do mesmo projeto social e fez 8 quilômetros.
Carol Barcellos, Sara Pereira e Joyce Bernier — Foto: Ana Clara Marinho/TV GloboCarol Barcellos, Sara Pereira e Joyce Bernier — Foto: Ana Clara Marinho/TV Globo
Carol Barcellos, Sara Pereira e Joyce Bernier — Foto: Ana Clara Marinho/TV Globo
“ Foi uma prova muito boa, gostei muito, principalmente quando a gente passa pela praia, é uma sensação inexplicável”, revelou Joyce. “Eu achei a prova difícil, mas é gostosa. A paisagem é linda, dá força para a gente terminar”, contou Sara.
“A 21k Noronha é uma delícia, eu fiz a corrida para acompanhar Sara e corri no ritmo dela. Ela veio do Complexo da Maré, treina em percursos planos, aqui foi mais complicado, mas foi ótimo”, descreveu Carol Barcellos.
A história da corrida da a primeira viagem a Fernando de Noronha das duas atletas de uma comunidade carente do Rio de Janeiro, vai ser exibida no Esporte Espetacular no mês de dezembro.
Seu Renê Jerônimo, atleta da terceira idade da ilha, fez a prova de 21 quilômetros  — Foto: Ana Clara Marinho/TV GloboSeu Renê Jerônimo, atleta da terceira idade da ilha, fez a prova de 21 quilômetros  — Foto: Ana Clara Marinho/TV Globo
Seu Renê Jerônimo, atleta da terceira idade da ilha, fez a prova de 21 quilômetros — Foto: Ana Clara Marinho/TV Globo
Equipe do Esporte Espetacula depois da prova — Foto: Ana Clara Marinho/TV GloboEquipe do Esporte Espetacula depois da prova — Foto: Ana Clara Marinho/TV Globo
Equipe do Esporte Espetacula depois da prova — Foto: Ana Clara Marinho/TV Globo